Selamos segredos saturados de imaginação. Segregamos nosso medo do corpo, do ser e da alma. Variamos entre preto e branco e arco-íris. Vendamos os olhos. Vejo suas pupilas dilatadas e dotadas de desprezo. Desprezo este que não satisfaz seu endereço sentimental. Desprezo que não te pertence e que marca a dentes a aura negra iluminada. Seus diminutivos não enganam. Sua força é maior e menor que tudo que há. Seu amor está entre ser e ter, querer, viver e esquecer. E saber te descrever é um dom que apenas quem lhe abraçou é capaz.
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