quinta-feira, 23 de dezembro de 2010



Ele era um garoto. Cazaque. Ainda uma criança. Pra sempre uma criança. Um cantar doce e suave saia das entranhas de suas cordas vocais. Vibrava como vibra uma estrela cadente chocando-se com outra num instante em que fagulhas se fazem estrelas, e estrelas se chocam, e fagulhas, e estrelas, fagulhas, estrelas. Seu sonho era ser uma estrela, mas no fim foi só uma fagulha.