terça-feira, 4 de janeiro de 2011


Amadeus. Achava que era bailarino. Dançava sua valsa em seu quarto escuro, e de alma era o que entendia. Só nesses momentos. Aspirava ao sonho mais íntimo e intenso. Acreditava e era. Nesses instantes o sonho era vivo e apreciado pelos olhos fechados e desinibidos das fotografias que o rodeava. Esquecia-se de si. Era total liberdade. Total amor. Totalmente Amadeus. Essencialmente Amadeus. Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah. Tudo até a orquestra parar e o som do violão deitar-lhe ao chão.