sábado, 13 de novembro de 2010

Mas é claro!



Ao anoitecer, a noite de luar ilumina os proveitos de sua beleza. Clareia o casal na areia cheio de regalias sexuais e satisfações casuais. Banha de brilho mais um sentimento à carne. Banha de brilho mais um fruto da carne. Nasce pequena e quase invisível. Cresce e acalenta até o mais desprezível. A Lua não distingue nada, só reflete tudo que por ela passa. Todos os encantos e desperdícios. Ora te deixa mais feliz ora te deixa mais triste. Ora te ilumina ora te esquece. Nunca nos aquece, mas nos dá a certeza de que amanhã o astro maior chegará para cobrir o céu.

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