domingo, 5 de setembro de 2010

Suicídio


Provoco-me com suicídio. Causo temores e remorsos. Me trazem flores pela primeira vez, dizem que me amam pela última. Viajo a fundo num mundo obscuro pra quem é vivo mas que esclarece tudo pra quem já morreu.

Zun indo


Vou aproveitar o último zunido do mosquito

Que causa desafeto em minha cama

Que desinfeto de meu quarto

Mato o que me matava o sono



Mas agora estou sozinho

Nem mais sonho

Nem mais cresço

Nem mais sou

Nem mais faz

Nada mais continua

Nada sentido

sexta-feira, 3 de setembro de 2010


Vasto amor... vetado!

Felicidade ainda há.

Ah!

Delícias e desgostos


Delícias e desgostos. Em tudo há. Há de haver sentido no existir? Saberemos distinguir? Dualidades... Sempre a corromper ou a acariciar.