
Ele era um garoto. Cazaque. Ainda uma criança. Pra sempre uma criança. Um cantar doce e suave saia das entranhas de suas cordas vocais. Vibrava como vibra uma estrela cadente chocando-se com outra num instante em que fagulhas se fazem estrelas, e estrelas se chocam, e fagulhas, e estrelas, fagulhas, estrelas. Seu sonho era ser uma estrela, mas no fim foi só uma fagulha.
Passando por aqui para dizer que gosto muito das coisas que você escreve. Não, é sério. É me identificar de verdade...
ResponderExcluirO site é maravilhoso. Sua escrita é inebriante, seus temas são muito bons e o layout da página é... Esqueci a palavra. Quase bonito demais? Não sei. Acho que não importa, também.
Não sei se isso te agrada, mas o seu blog está entre os meus favoritos. Não te agrada? Mesmo assim terei de teimar e continuar a ler o que você escreve, pois acredito que seria um desperdício de talento se ninguém mais aparecesse por aqui.
Desculpe, eu poderia falar e falar, mas eu devo parar por aqui.
Lembre-se: você é um ótimo escritor. Continue a postar no blog e feliz 2011.
Sem mais.